"Vez em quando vem aqui, leva uma parte de mim. Me conduz... E vira meus planos, e vive em meus sonhos" ♫

(POST)
'Não era só o jeito, tampouco só os elogios que ele fazia sobre ela. Era um brilho no olhos que emocionava a gente. Era o amor estampado nos gestos, no sorriso, nos olhos, nas palavras, em tudo. Dava pra ver de longe que não era fingimento, não era cena pra chamar atenção. Era tão sincero que dava até um pouco de inveja na gente. Ele não precisava exibir aquilo, era natural, era uma admiração tão grande que não cabia no silêncio. Ele desenhava na mente os olhos, a boca, o movimento do cabelo dela. Imaginava o batom, a mini saia, o cheiro do corpo. Quando ele descrevia, parece que tava vendo! Aquilo sim era amor. Amor de muitos anos, que não enfraquece, não desgasta. Paixão que permanece. E eu gravei na memória, gravei no coração. Porque existem coisas que tem que ficar em nossa mente pra não nos deixar cair na desilusão. O sorriso dele por saber que ela existe dava uma felicidade na gente e de hoje em diante eu só quero me contaminar desse jeito: Por coisas boas. 
Deixo aqui a minha homenagem ao casal mais apaixonado que já cruzou a minha história.

Uma chuva nunca doeu tanto em mim dessa maneira. Fiquei sentindo os pingos tentando lavar meus pensamentos, fiquei pensando se existe alguma mágoa tão profunda ou se ela simplesmente não se importa.
A frieza daqueles olhos não fazia parte da lista de coisas que já aprendi a suportar. Nem um estranho ficaria tão infeliz em me ver. Ouvir que nada tinha valor, que ela nunca tinha tido nada antes dele foi ouvir a confissão do meu valor: nenhum. Ela mal levantou os olhos. Ela não esboçou nenhum sorriso. Me dói ser tratada como um ex namorado sem importância que ela tivesse que excluir da lista. Como se tudo que a gente viveu não tivesse significado nada, como se nunca tivessemos sido realmente amigas.
Nunca pensei que até o frio e a chuva na beira da estrada fossem melhores que a casa da minha melh... Bem, também nunca pensei que o termo "melhor amiga" não caberia mais nesse sentimento.
A gente não se entende, a gente não se conhece, a gente nem sequer se gosta mais.
Doeu todo esse tempo, doeu hoje e continua doendo. Mas se é pra ser assim, eu não vou mais me deixar considerar algo que não existiu. Não existiu amizade, cumplicidade, momentos felizes. Não existiu nada. E também não vai mais existir essa dor, essa luta, nem esse sentimento. A chuva as vezes lava a alma, e eu estou lavando a minha.
Vê se entende agora: Faz a mala e vai embora... Não, não pense em mais ninguém.
Ficou fácil agora: Põe esse cara pra fora! Não, não pense em mais ninguém...
Não se deixe enganar, não vale a pena. Não se prive de nada, não vale a pena!


(Luxúria)
A atmosfera está tão pesada que chega a doer os pulmões. A neblina densa, difícil distinguir algo. Difícil respirar, relaxar, compreender qualquer coisa.
Existe uma bola de ódio na minha garganta e ela vai crescendo e me sufocando, chego a ter vertigens.
Esse clima de guerra tem me tirado o sono e me deixado um pouco perturbada. Não sei se sou capaz de suportar algum tempo mais. Não quero mais explosões de ódio, bombardeios de indiferença, minas de ciúmes...Não quero essa confusão toda.

"Ah, qual é, tudo bem. Pode ficar aí dizendo que é loucura e que eu tô fazendo uma grande burrada. Pode discordar, torcer contra e dizer que não vale a pena. Pode fazer essa cara assustada, ou emburrada, ou desprezível. Eu não ligo. O sonho é meu e fui eu quem passei todos esses anos imaginando esse momento. Olha só pra mim, tá vendo esse brilho nos meus olhos? Isso sim vai valer a pena.
Poucas pessoas vão saber o que é ter um sonho realizado, e eu tô me preparando pra ter o meu momento. Por isso eu não ligo, não ligo pro que dizem, não ligo pro que querem, não ligo pro que eu tô arriscando. Porque eu quero mesmo é jogar tudo pro alto e me jogar de corpo inteiro, porque tô cansada de emoções mornas e de palavras previsíveis."

(POST)

Quem será que pode me vender um pouco de prazer pra aguentar a vida sem brincar com a morte? ♫
(Luxúria)
Não se pode confiar nos olhos quando a imaginação está fora de foco.

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