'Amarelo. O dia brilhou amarelado e as nuvens também. A luz que entrou pela janela também era amarela e não sei se aquilo me confortava ou me desesperava. As árvores perderam o verde tão vivo e tudo se tornou igual. Palidamente amarelo. Palidamente em paz. O dia se despediu assim, como fosse um 'Adeus', calmo e estranho, doente e frágil. Meu coração absorveu aquela palidez e ficou com um misto de vazio e calmaria, e assim eu me despedi do dia e entrei na noite tão negra e profunda. E entrei no sono tão negro e profundo. E amanhã é só amanhã e o céu vai voltar a ser azul.

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Não se pode confiar nos olhos quando a imaginação está fora de foco.

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