16 maio, 2016

Numa dessas tardes tranquilas de trabalho, relatei a minha história de vida a uma colega de trabalho. Ao falar do meu relacionamento, das idas e voltas, das incertezas, ela me olhou com um olhar compreensivo e falou com calma: "Não é amor, é apego."
A noite, enquanto rolava na cama, a palavra se repetia na minha mente incessantemente. Apego, apego, apego.
Sabe, talvez ela tenha mesmo razão. Quando eu tentava entender o que, na falta do amor, me mantinha em relações problemáticas, nunca encontrava a definição certa, Apego. E isso sempre foi o máximo que consegui sentir por alguém.

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