Ele tatuou meu nome. Não era permanente, mas significava muito mais do que parecia. Ele gravou na pele. Ele lembrou todo dia. Talvez eu não tenha dado o valor devido naquela época, mas hoje eu enxergo, e pra mim agora basta lembrar.
Ele tatuou o braço, eu tatuei o coração. A tatuagem dele desbotou até sumir, a minha aprofundou pra nunca mais sair.




(POST)

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Não se pode confiar nos olhos quando a imaginação está fora de foco.

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