Felicidade

Eu já não sou a mesma pessoa de antes, e não é porque a vida resolveu ser mais gentil comigo; É porque eu resolvi ser mais paciente com ela! Qualquer um que tenha me visto meses atrás pode notar que eu mudei. Não duvido de que qualquer dia sequer me reconheçam por aí. Sei que dizem que não se deve gritar sobre a felicidade para não acordar a inveja, mas a felicidade faz barulho! Ela tem luz, tem som, tem gosto, não cabe em si. Todo mundo sabe que eu sou uma pessoa incrivelmente alegre quando me vê cantando enquanto espero na fila do pão. Minha alegria transborda nos meus olhos, e não é difícil enxergar que eu nasci de novo.
E esse meu discurso repetitivo de gente irritantemente feliz, releve. Em milhares de textos eu ainda não seria capaz de superar quantas palavras cruéis eu já escrevi a mim mesma, agora eu só quero deixar exalar todos esses sentimentos bons que brotam dentro de mim. Não é uma questão de ter apenas coisas boas pra dizer; As coisas ruins ainda estão aqui. É uma questão de prioridade, sabe? De determinar o lado positivo das coisas como mais importante. De viver diariamente uma espécie de "jogo do contente", e, assim como a "Pollyanna" do livro, enxergar o lado bom de cada sentimento, de cada situação.
Não existe vida perfeita. Ela tem seus altos e baixos e todo ser humano está sujeito a aborrecimentos e mágoas. O segredo está em saber encará-las com otimismo, com fé, com luta.
Eu mudei, mudei pra melhor, e quer saber? Eu amo muito essa pessoa que tomou o meu antigo lugar.

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Não se pode confiar nos olhos quando a imaginação está fora de foco.

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