Ás vezes eu queria pular os dias. Como se pula de fase em um jogo de crianca, ou de música durante uma viagem; então tomava uma dose de calmante suficiente pra dormir por horas.
E assim eu ia perdendo meu tempo, vendo as semanas se transformarem em meses e aquele vazio sem vida dentro de mim perdurar.
Fugir da dor se tornou um vício persistente e covarde e eu não sabia mais encarar a realidade. Criei um mundo paralelo. Acentuei minha solidão e criei um mundo particular cheio de nada.

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Não se pode confiar nos olhos quando a imaginação está fora de foco.

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