Eu percebi então que eu estava livre. Eu não estava livre de alguém ou de algo. Eu estava livre da pessoa que eu tinha me transformado. Estava livre dos julgamentos que acatei de pessoas que nada sabiam sobre o que se passava dentro de mim e dos preconceitos que eu mesma me impus.
Eu me sentei naquela cadeira e me despi de todos os meus medos. Eu joguei as minhas angústias na mesa e travei uma batalha com cada uma delas, que será longa, mas muito mais tranquila do que o que tenho passado as escondendo debaixo dos tapetes da minha alma.
Finalmente, eu senti que começava a estar em paz. Eu estou consciente que uma batalha é uma batalha, e que exige esforços, que compreende recaídas. Mas essa paz que hoje sinto é uma das recompensas da luta que entrei a favor de mim mesma. 
E eu me sinto cada vez mais perto da vitória. 
Obrigada, Senhor.

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Não se pode confiar nos olhos quando a imaginação está fora de foco.

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