Não é a primeira vez que isso acontece, não é a primeira vez que te busco e não te acho mesmo com o universo conspirando a favor. Por que ele está, não tá? Ele grita que fomos feitos um para o outro e que eu preciso te provar isso, não é? Ele me faz lembrar que eu ainda não te esqueci, só pra que eu não esqueça que o nosso amor é um desses impossíveis que precisam doer muito pra dar certo no final, né? E eu choro enquanto a música termina porque eu sei que não. Amor que machuca não é amor, amor unilateral é esquizofrênico, não rola, não desce, não dá. O nosso barco tá furado e não importa quanto tempo eu dedique para colocar a água pra fora, ela sempre vai entrar de novo, até que eu vou cansar que de encher o balde com as suas indiferenças e afundar agarrada em uma história que eu sempre vivi sozinha. Observo o celular com o seu nome brilhando no meio da tela, o número chamado não existe, nem a gente.

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Não se pode confiar nos olhos quando a imaginação está fora de foco.

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